BYD nega interferência política após polêmica sobre patrocínio ao Vitória

montadora BYD Brasil enviou nota ao Informe Baiano negando qualquer interferência política nas tratativas de patrocínio esportivo, após repercussão de informações envolvendo o Esporte Clube Vitória.

BYD Brasil nega qualquer alegação de interferência política em tratativas relacionadas a possíveis patrocínios esportivos”, diz o comunicado.

A empresa afirmou ainda que suas decisões são baseadas em critérios técnicos, estratégicos e de oportunidade de negócio, reforçando que respeita o esporte baiano, seus clubes e torcidas.

Apesar da nota, apuração do Informe Baiano indicou que um possível patrocínio ao Vitória teria sido travado em meio a um imbróglio político.

Fontes relataram que o entrave estaria relacionado ao presidente do clube, Fábio Mota, que atuou como coordenador da campanha de ACM Neto em 2022.

Interlocutores também apontaram a suposta participação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, no veto, informação que não foi confirmada.

A BYD chegou a apresentar uma proposta estimada em cerca de R$ 1,2 milhão por ano para a dupla Esporte Clube Bahia e Vitória, valor que foi criticado pela diretoria rubro-negra.

Fábio Mota classificou a oferta como “absurda e indecorosa”.

Segundo ele, houve desrespeito ao futebol baiano, especialmente diante de valores mais elevados praticados com outros clubes.

BAHIA

Após o impasse, a montadora fechou patrocínio apenas com o Bahia, em um acordo estimado em cerca de R$ 3 milhões anuais.

NOTA DA BYD AO INFORME BAIANO

A BYD Brasil nega qualquer alegação de interferência política em tratativas relacionadas a possíveis patrocínios esportivos.

A empresa adota critérios exclusivamente técnicos e estratégicos em suas decisões de parceria e investimento de marca.

A BYD reforça que segue aberta a todas as possibilidades de patrocínio, sempre com base em avaliação interna, alinhamento institucional e oportunidade de negócio.

A companhia respeita profundamente o esporte baiano, seus clubes e suas torcidas.

Fonte informe bahiano

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